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o movimento de stijl

Movimento estético - social - filosófico, oriundo da Holanda, que teve alguma influência sobre o design e artes plásticas.

Entre seus colaboradores estavam Doesburg, Piet Mondrian, Gerrit Rietvield, entre outros. Um dos mais idealistas movimentos do século XX, o De Stijl (ou Neoplasticismo) foi um marco da arte moderna, o «mais puro dos movimentos abstractos».

Doesburg fundou o movimento De Stijl juntamente com Piet Mondrian em 1917. Acreditavam que a arte devia reconciliar as grandes polaridades da vida - “Natureza e intelecto”.

Para a génese das ideias professas na Bauhaus vieram fortes contribuições de artistas e intelectuais da Holanda.

No início do século xx, a Holanda, junto com a Alemanha e a Rússia, ocupou a vanguarda na evolução do design gráfico internacional. A mais original contribuição holandesa foi o trabalho de Piet Zvart, fotógrafo, tipógrafo e designer industrial.

As figuras destacadas dessa vanguarda foram

  • Gerrit Rietveld (*1888– †1964), criador de móveis e interiores;
  • Piet Zvart, artista gráfico e fotógrafo;
  • Piet Mondrian (artista plástico, de cunho religioso),
  • Théo van Doesburg, motor do movimento vanguardista De Stijl.

Já em 1916, Théo van Doesburg tinha publicado na revista de stijl artigos sobre uma composição puramente tipográfica e rejeitara a inclusão de ornamentos.

Em 1921, van Doesburg publicou a revista MECANO, também um bom exemplo para a nova tipografia.

O movimento De Stijl, articulado pela revista do mesmo nome, deixou poucas obras construídas; contudo, o impacto da sua ideologia (espiritualista e esotérica) foi significativo – tanto na Holanda, como na Alemanha.

O ângulo recto e as três cores primárias, completadas pelo preto, branco e cinzento compunham os elementos básicos da expressão. Uma vez que os meios de criação artística ficavam assim especificados, era agora possível quebrar a “supremacia do indivíduo” e criar “soluções colectivistas”.

No início do século xx, a Holanda, junto com a Alemanha e a Rússia, ocupou a vanguarda na evolução do design gráfico internacional. A mais original contribuição holandesa foi o trabalho de Piet Zwart, fotógrafo, tipógrafo e desenhista industrial.

O movimento De Stijl, articulado pela revista do mesmo nome, deixou poucas obras construídas; contudo, o impacto da sua ideologia (espiritualista e esotérica) foi significativo – tanto na Holanda, como na Alemanha.

O movimento permaneceu coeso por quinze anos. Arrancando a pintura do campo da representação e abraçando o abstracionismo total, formulando a síntese das formas de arte, o De Stijl caracterizou-se pelo fervor quase religioso de seus partidários, que acreditavam existir leis que regem a expressão artística e que viam na sua arte um modelo para relações harmoniosas dos indivíduos na sociedade.

A revista De Stijl foi uma publicação iniciada em 1917 por Theo van Doesburg e alguns colegas que viriam a compor o movimento artístico conhecido por Neoplasticismo.

Devido à influência dos textos da revista, que muitas vezes assumiam um aspecto de manifesto, o próprio movimento neoplástico (e mais tarde, o Elementarismo) é confundido com o nome da revista.

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