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Catálogo Bayer

alfabetos elementares

Na Bauhaus, os protagonistas da universal typographie pensavam que havia que criar um sistema de glifos “nus” – nus como uma máquina, livre de embelezamentos, livre de qualquer ideologia da cultura.

Alfabeto universal de Bayer

sturm blond, de Herbert Bayer

No protótipo para uma letra “universal”, que Herbert Bayer apresentou em 1925 com o nome sturm blond, a redução foi extrema, pois optou por ignorar completamente as maiúsculas; esse seu alfabeto era composto apenas por letras minúsculas e reduzido à formula gráfica mais simples possivel.

Para justificar a redução e limitação à caixa baixa, Herbert Bayer argumentou que a palavra falada não fazia qualquer distinção entre maiúsculas e minúsculas.

Deste modo, as versais seriam desnecessárias na tipografia; ademais também se facilitava a aprendizagem da leitura às crianças na Escola Primária. E, ainda por cima, o tipógrafo economizava espaço de armazenagem para os tipos, etc.

A obra de Josef Albers

Schablonenschrift, 1923-1926, Josef Albers

Schablonenschrift, 1923–1926, Josef Albers

a3
AlbersArchiType, uma digitalização do seu alfabeto experimental.
 
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