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Walter Gropius (1883-1969)
Antes de fundar a escola Bauhaus, Walter Gropius foi membro do Werkbund, ainda a viver a disputa entre os que seguiam a tendência industrial de Muthesius e aqueles que resistiam na tendência artesanal do belga Henry van de Velde. Gropius conciliou o melhor destas tendências com esse programa que foi o Manifesto da Bauhaus. Esta escola foi o maior centro do modernismo e do funcionalismo. Nos anos da crise pós-guerra, na República de Weimar, Walter Gropius é nomeado director da antiga escola de van der Velde e reuniu as escolas de Belas-Artes e a das Artes Aplicadas. Em 1919, a Bauhaus abre as suas portas na cidade de Weimar. Esta escola estatal assenta nos conceitos do Werkbund. O arquitecto Walter Gropius é apontado para dirigir a nova «Schule für Gestaltung». Gropius via na experimentação artesanal e artística os instrumentos de pesquisa, ensino e aprendizagem ideais para criar o design dirigido para a produção em série. As tecnologias industriais para a produção em massa efectivariam uma «democratização» do design. Já em Dessau, Gropius foi encarregado de projectos de urbanização. Em 1928, Gropius abandona a Bauhaus; na direcção sucede-lhe o arquitecto suíço Hannes Meyer. O Funcionalismo é estabelecido como ideologia-mestre. Nos Estados UnidosA partir de 1937, Walter Gropius passa a lecionar na Universidade de Harvard e no ano seguinte torna-se director do Departamento de Arquitectura da universidade. Nos Estados Unidos começa a desenhar arranha-céus, criando uma tipologia arquitectónica que será exaustivamente copiada nas décadas seguintes. Em alguns projectos associa-se a Marcel Breuer, ex-aluno da primeira geração da Bauhaus. Com este, projeta um bairro operário em New Kessington, próximo a Pittsburgh. Falece em Boston em 1969. |
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